domingo, 30 de agosto de 2009

MAN RAY

Man ray: Erotique Voilée, 1933

arte
ar.te1
sf (lat arte) 1 Conjunto de regras para dizer ou fazer com acerto alguma coisa. 2 Livro ou tratado que contêm essas regras. 3 Obra didática, que contém os princípios de alguma disciplina. 4 Execução prática de uma idéia. 5 Saber ou perícia em empregar os meios para conseguir um resultado. 6 Filos Complexo de regras e processos para a produção de um efeito estético determinado. 7 Habilidade. 8 Artifício. 9 Maneira, modo, jeito. 10 Profissão, ofício. 11 Manufatura. 12 Habilidade calculada, por vezes, inocente, mas, outras vezes, implicando dissimulação e hipocrisia; artimanha, astúcia, engano. 13 Maldade, malícia. 14 Ação ruim. 15 Travessura de criança; traquinada. 16 Sociol Objetivação social, isto é, coisa que, como os outros fenômenos culturais, é determinada, em forma e conteúdo, pela estrutura social

domingo, 23 de agosto de 2009

Obliteração da Arte / Fotografia



2009 - Eva Caroline
Na última aula de filosofia, discutiu-se sobre o fim da história, o fim da arte.
O filosofo Artur Danto faz essa afirmação de que a arte morreu, mas não apenas isso, sua morte foi responsável pela sua emancipação: A arte deixa de se impor limites:qualquer objeto visual pode se tornar obra.
Hoje dando uma lida nos blogs de fotografia, me deparei com um texto da Simonetta Persichetti, sobre uma discussão em torno da morte da fotografia, achei muito pertinente sua colocação contraria a essa afirmação.
No meu entendimento não houve morte da arte e não haverá da fotografia, houve (e continuará havendo) ressignificações, novas formas de atuação e de reflexão.
Acredito que todo advento que traz mudanças (grandes ou pequenas) causa estranhamento, e em torno deste estranhamento também muita especulação, discussão, mas as coisas não acabam elas se transformam, evoluem, sem necessariamente deixar de existir. E porque não viver o novo e usufruir das suas facilidades, explorar novas possibilidades ou mesmo revisitar e reinventar coisas antigas/tradicionais nos moldes do novo?
As vezes penso que a habilidade do fazer técnico se sobressai diante da habilidade da reflexão.
Ambos têm seu lugar, o cuidado com a execução é muito valioso, mas ato sem um porque torna-se vago, talvez fútil.


Um salto no vazio - Yvens Klein - 1960

Klein é também conhecido como fotógrafo, Saut dans le vide (Salto no Vazio), que aparentemente mostra-o pulando um muro, braços abertos, em direção da calçada. Klein utilizou a fotografia como evidência de sua capacidade de realizar uma viagem lunar sem auxílio. De fato, Saut dans le vide foi publicada como parte de panfleto de Klein (o artista do espaço) denunciando as expedições lunares da NASA como arrogantes e estúpidas.
O trabalho de Klein gira em torno de um conceito influenciado pela tradição Zen que ele denomina le Vide ou em português: “o Vazio”. O Vazio de Klein é um estado similar ao nirvana, livre de influências do mundo, uma zona neutra em que as pessoas são induzidas a concentrar-se em suas próprias sensações e na “realidade”, e não na “representação”. Klein apresentou sua obra sob formas que a arte é reconhecida, pinturas, um livro, uma composição musical, mas removendo o conteúdo esperado destas formas, pinturas sem imagens, um livro sem palavras, uma composição musical sem composição de fato, restando apenas o meio de expressão artística, tal como ele é. Desta forma ele tentou criar para sua platéia uma “Zona de Sensibilidade Pictórica Imaterial”.
Ao contrário de representar objetos de um modo subjetivo e artístico, Klein quis que seus temas fossem representados por suas impressões: a imagem de suas ausências. O trabalho de Klein reporta-se intensamente a um contexto teórico e de história da arte, mas também metafísico e filosófico, e em seu trabalho ele visou combinar estes contextos. Ele tentou fazer sua audiência experimentar um estado em que uma idéia poderia ser simultaneamente “sentida” e “entendida”.
Texto retirado de: http://rodrigodearaujo.wordpress.com/2009/03/28/yves-klein/


sábado, 22 de agosto de 2009

Demarcação de Território




Fotos: Eva Caroline

Porque quem casa, quer casa e quem é estudante de Artes Plásticas quer uma "mesona" assim!
a mesa é uma porta velha em cima de cavaletes.
Faltam uns toques, mas essa é a essência.
tautologia tau.to.lo.gi.a
sf (tauto+logo2+ia1) 1 Gram Vício de linguagem que consiste em repetir o mesmo pensamento com palavras sinônimas. 2 Lóg Erro que apresenta, como progresso do pensamento, uma repetição em termos diferentes.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

CADERNETA

Foto: Eva Caroline
obliterado o.bli.te.ra.do
adj (part de obliterar) 1 Que se obliterou; desvanecido, expungido, extinto. 2 Esquecido. 3 Med Em que há obliteração; indistinto ou profuso.
anacrônico a.na.crô.ni.co
adj (ana1+crono2+ico2) 1 Que está fora do tempo, da moda ou de uso. 2 Diz-se de informe que apresenta erro de data.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009



"Hoje é o dia mundial da fotografia. Para comemorar, um grupo de fotógrafos com atuação no estado organizou um evento especial. Não se trata somente de lembrar a data com uma programação que começou em 1º de agosto e termina no mês que vem, com uma mesa redonda com data e convidados a serem definidos. Mas principalmente celebrar o que tem sido um momento positivo para a fotografia pernambucana." (André Dib)

DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA

2009 - Eva Caroline

Ver que a fotografia não está delimitada num fotograma.
Ela transpassa as fronteiras da imagem.
Mobiliza, emociona, integra, sensibiliza.
Ver, sentir, presenciar.

Entender
- mais > vivenciar

domingo, 16 de agosto de 2009

E TUDO MUDA...

2009 - Eva Caroline

Mais uma tentaniva de retomada do blog. Falei que provavelmente os assuntos iriam mudar um pouco
, e se essa retomada acontecer, eles realmente irão variar, estarão mais voltados ao meu mundo atual, a arte, a fotografia.
Continuo ainda meio perdida, tentando me encontrar, me entender, me decifrar... Mas sei que estou ficando cada vez mais fascinada pelo mundo da arte, mesmo ele sendo uma imensa interrogação pra mim.
Não, eu não deixei de gostar de decoração, ainda me encanta e volta e meia tentarei colocar coisas que vez por outra dá tempo de inventar.
Mas o blog andará por outro viés, será mais um meio para eu tentar compreender o que se passa comigo, compreender meus gosto, meus objetivos, ou seja, será mais subjetivo (pretendo), me expor pra tentar me enxergar.

Vamos ver no que vai dar.
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