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sábado, 24 de abril de 2010

FEITO DE MADEIRA, TINTA...

... e poesia.
Essas fotos estão aqui prontas desde o sábado passado (17.04). E desde o sábado passado que eu tento escrever algo, mas o tempo não permitiu!
Foi um dia gostoso, dia de reencontrar amigos!
Dia de conhecer gente de sabedoria: J. Borges e suas sábias palavras. Simples, mas sábias!


"Fui criado no tempo em que o telefone era um grito. os remédios era chás de folha de mato, o médico era uma rezadeira, as festas eram comemoradas com samba de toada e o almoço era guisado de miúdo de boi.
 
Na Maioria das casas tinha uma almofada de pano para fazer rendas, não existia rádio nem televisão. As diversões eram mamulengo, cantoria de viola, um terço rezado numa sala de chão de barro forrada com uma esteira de periperi, com um altar cheio de flores e velas acesas em pires emborcados."
(Fragmento de texto retirado de catálogo do artísta)

Quando a gente entra no espaço J. Borges, entra acompanhado por um trololó que não para, é o próprio que fala sem parar. Conta seus casos, suas experiêcias, sua trajetória. Dando aula pra quem quiser ouvir, e este que quiser, sairá de lá com aprendizados que não há o que pague.
A primeira frase que eu ouvi quando entrei foi:

"Eu fui dar uma aula em uma faculdade... Eu sou analfabeto, mas eu dou aula em faculdade..."


Seguida de um sorriso orgulho, de quem sabe o valor do seu trabalho.

E ele não para, emenda um frase na outra e segue com o curso de sua fala, entre uma assinatura e outra!
J.Borges é referêcia em Cordel e Xilogravura e eu não sou a pessoa mais indicada pra falar da sua trajetória, o que posso dizer é que ele começa com cordel nas feiras populares, lança mão da xilogravura para ilustrar suas histórias e hoje expõe em galerias de arte no Brasil e no mundo! Ainda assim continua lá na cidade onde nasceu: Bezerros-PE e passa para seus decendentes os segredos do ofício. Atende a todos com simplicidade, alegria e orgulho, num galpão simples, mas cheio de magia!
Seu ateliê é repleto de matrizes pendurada por todas as paredes:

"Quando a matriz não serve mais pra reproduzir, eu coloco elas pra vender"
São Gravuras com gosto de terra e de cultura, de cultura que é nossa.
Elas falam de nós e para nós.
É lindo de ver, dá vontade de tocar. Dá pra se perder em meio à tantas imagens e tantas histórias contadas por ela.
É um imaginário que não tem fim!



Isadora, que sempre nos acompanha em todos os lugares, adorou e apreciou cada coisinha e no fim, como não poderia ser diferente, me fez comprar um livro pra ela! E eu que não consigo lhe negar um livro, tive mais um motivo pra guardar meu não para outro momento: O livro é lindíssimo (na verdade jum catálogo de uma exposição no Museu Oscar Niemeyer), bom de ver, de ler e de tocar!


quarta-feira, 10 de março de 2010

FEITO COM FOTOGRAFIA



clip - Oren Lavie
música - Her Morning Elegance
criação - Oren Lavie
Stop Motion - Video produzido a partir da sucessão de fotografias...


Não há o que falar

terça-feira, 2 de março de 2010

RICCA FIGUEIREDO

 
  
  
  
  
  
  

José de Moura e Maria Lourdes Hortas já disseram tudo, vale muito a pena ir ver... eu vou!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

krystian truth czaplicki


krystian truth czaplicki


infestar
in.fes.tar
(lat infestare) vtd 1 Assolar, devastar (campos, costas, mares); freqüentar com incursões; percorrer hostilmente: A pirataria infestava então os mares. 2 Causar muito dano a, fazer grandes estragos em: O granizo infestou os cafezais. 3 Existir em grande quantidade em; abundar: Pulgas, baratas etc. infestavam-lhe a casa.

sábado, 12 de setembro de 2009

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

SPA das ARTES 2009

2009 - Eva Caroline


Segunda Feira (14) abre a exposição coletiva da turma de Artes Plásticas da AESO
A exposição fará parte da programação do SPA das artes e eu fui uma das selecionadas para expor meu trabalho.
Fiquei bem feliz!
A exposição será na AESO de 14 a 19 de setembro.
Assim que tiver mais informações eu posto aqui :)
Sexta feira será a montagem.

sábado, 5 de setembro de 2009

PORTA CURTAS

um site bem legal da Petrobrás, com vários filmes curta metragem pra assitir.
http://www.portacurtas.com.br/

esse curta é bem interessante:
Ilha das Flores
Diretor Jorge Furtado
Gênero Documentário, Experimental
Elenco Ciça Reckziegel
Ano
1989
Duração
13 min
Cor
Colorido
Bitola
35mm
País
Brasil

Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.

http://www.portacurtas.com.br/pop_160.asp?cod=647&Exib=1

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Fernanda Gassen e Cristiano Lenhardt

A Fundação Joaquim Nabuco, por meio da Diretoria de Cultura, abre as primeiras exposições de artes plásticas do ano, pelo Projeto Trajetórias, nesta quinta-feira (3), das 19h às 22h, na Fundaj Casa Forte.

As Galerias Baobá e Massangana recebem as exposições simultâneas dos artistas Fernanda Gassen e Cristiano Lenhardt; e Flávia Metzler, respectivamente.

Fernanda Gassen e Cristiano Lenhardt Em janeiro de 2006, Fernanda Gassem, que vive e trabalha em Porto Alegre, e Cristiano Lenhardt, gaúcho, que desde então, mora no Recife, firmaram um contrato de troca de imagens. Cada um, de sua cidade, envia imagens para o outro para que, por dupla exposição e por outros meios, sejam reinseridas na paisagem da outra cidade. As imagens foram geradas por dupla exposição da película ou foram inseridas in loco.

Flávia Metzler
Flávia Metzler é carioca, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Em seu projeto “Cada pintor resume á sua maneira a história da pintura” propõe-se apresentar um conjunto de pinturas a óleo que tem por tema o sistema das artes. Segundo a artista, suas obras são paródias, recontextualizações que dialogam com fragmentos de obras de outros artistas, com a história da arte e com componentes do sistema de arte.

SERVIÇO
PROJETO TRAJETÓRIAS
Abertura: 3 de setembro, das 19h às 22h
Bate-papo com os artistas: 20h

Fernanda Gassen e Cristiano Lenhardt: Força-Tarefa
Galeria Baobá, na Fundaj Casa Forte

Flávia Metzler: Cada pintor resume à sua maneira a história da pintura
Galeria Massangana, na Fundaj Casa Forte

Visitação
De 4 de setembro a 11 de outubro
Terças a sextas, das 9h às 12h e das 14h às 17h
Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h

Ações Educativas
Visitas agendadas para escolas e outros grupos
Fones: (81) 3073 6714/6682
culturaeduc@fundaj.gov.br

Endereço
Galerias Massangana e Baobá
Av. 17 de Agosto, 2187, Casa Forte
atualiação 03.09.09 - 21:27: Acabei de chegar da exposição de Cristiano e de Fernanda que está simplesmente impecável, linda e me fez entender um pouquinho mais sobre certas coisas.

domingo, 30 de agosto de 2009

MAN RAY

Man ray: Erotique Voilée, 1933

arte
ar.te1
sf (lat arte) 1 Conjunto de regras para dizer ou fazer com acerto alguma coisa. 2 Livro ou tratado que contêm essas regras. 3 Obra didática, que contém os princípios de alguma disciplina. 4 Execução prática de uma idéia. 5 Saber ou perícia em empregar os meios para conseguir um resultado. 6 Filos Complexo de regras e processos para a produção de um efeito estético determinado. 7 Habilidade. 8 Artifício. 9 Maneira, modo, jeito. 10 Profissão, ofício. 11 Manufatura. 12 Habilidade calculada, por vezes, inocente, mas, outras vezes, implicando dissimulação e hipocrisia; artimanha, astúcia, engano. 13 Maldade, malícia. 14 Ação ruim. 15 Travessura de criança; traquinada. 16 Sociol Objetivação social, isto é, coisa que, como os outros fenômenos culturais, é determinada, em forma e conteúdo, pela estrutura social

domingo, 23 de agosto de 2009

Obliteração da Arte / Fotografia



2009 - Eva Caroline
Na última aula de filosofia, discutiu-se sobre o fim da história, o fim da arte.
O filosofo Artur Danto faz essa afirmação de que a arte morreu, mas não apenas isso, sua morte foi responsável pela sua emancipação: A arte deixa de se impor limites:qualquer objeto visual pode se tornar obra.
Hoje dando uma lida nos blogs de fotografia, me deparei com um texto da Simonetta Persichetti, sobre uma discussão em torno da morte da fotografia, achei muito pertinente sua colocação contraria a essa afirmação.
No meu entendimento não houve morte da arte e não haverá da fotografia, houve (e continuará havendo) ressignificações, novas formas de atuação e de reflexão.
Acredito que todo advento que traz mudanças (grandes ou pequenas) causa estranhamento, e em torno deste estranhamento também muita especulação, discussão, mas as coisas não acabam elas se transformam, evoluem, sem necessariamente deixar de existir. E porque não viver o novo e usufruir das suas facilidades, explorar novas possibilidades ou mesmo revisitar e reinventar coisas antigas/tradicionais nos moldes do novo?
As vezes penso que a habilidade do fazer técnico se sobressai diante da habilidade da reflexão.
Ambos têm seu lugar, o cuidado com a execução é muito valioso, mas ato sem um porque torna-se vago, talvez fútil.


Um salto no vazio - Yvens Klein - 1960

Klein é também conhecido como fotógrafo, Saut dans le vide (Salto no Vazio), que aparentemente mostra-o pulando um muro, braços abertos, em direção da calçada. Klein utilizou a fotografia como evidência de sua capacidade de realizar uma viagem lunar sem auxílio. De fato, Saut dans le vide foi publicada como parte de panfleto de Klein (o artista do espaço) denunciando as expedições lunares da NASA como arrogantes e estúpidas.
O trabalho de Klein gira em torno de um conceito influenciado pela tradição Zen que ele denomina le Vide ou em português: “o Vazio”. O Vazio de Klein é um estado similar ao nirvana, livre de influências do mundo, uma zona neutra em que as pessoas são induzidas a concentrar-se em suas próprias sensações e na “realidade”, e não na “representação”. Klein apresentou sua obra sob formas que a arte é reconhecida, pinturas, um livro, uma composição musical, mas removendo o conteúdo esperado destas formas, pinturas sem imagens, um livro sem palavras, uma composição musical sem composição de fato, restando apenas o meio de expressão artística, tal como ele é. Desta forma ele tentou criar para sua platéia uma “Zona de Sensibilidade Pictórica Imaterial”.
Ao contrário de representar objetos de um modo subjetivo e artístico, Klein quis que seus temas fossem representados por suas impressões: a imagem de suas ausências. O trabalho de Klein reporta-se intensamente a um contexto teórico e de história da arte, mas também metafísico e filosófico, e em seu trabalho ele visou combinar estes contextos. Ele tentou fazer sua audiência experimentar um estado em que uma idéia poderia ser simultaneamente “sentida” e “entendida”.
Texto retirado de: http://rodrigodearaujo.wordpress.com/2009/03/28/yves-klein/


segunda-feira, 2 de junho de 2008

Cerâmica

Pessoas queridas, desculpem-me a ausência de post e de comentários.
Fiquei sem net o fim de semana inteiro, só voltou hoje no fim da manha. Por um lado foi bom, me forçou a ficar um pouco mais com a família, mas senti muita falta de vocês!!!
Tenham paciencia que aos poucos vou deixando meus recadinhos nos cantinhos de vocês, mas sintam-se visitadissimas, porque ja passei no blog de cada uma pra ver as novidades, so faltou tempo de deixar recados.
Hoje começou a saga da Carteira de habilitação, depois dos últimos acontecimento me senti forçada a não mais adiar... Hoje foi a primeira aula, a tarde toda!!!! trabalhar??? que nada ninguem precisa trabalhar, pode ficar uma semana prado sem problemas... (as aulas duram uma semana - a teórica)
Uma chatice... blá blá blá... Mas é necessário, se com tudo isso o transito esta caótico desse jeito, imagina só sem isso.

Vivian: Desculpa não ser a sua receitinha, mas não te preocupas a torteleta foi feita e devorada (apesar da comédia da execução) as fotos já estão prontas só falta escrever o texto e a receita e então postar :)
Mas finalmente vamos as fotos:
Bom, eu fiquei na maior dúvida entre postar ou não, mas resolvi postar.
É sobre o trabalho da Artísta Plástica Fernanda Batista, que tem um ateliê no Shopping Paço Alfândega (localizado no Centro de Recife-Pe e instalado numa construção de 1732 que abrigou um convento e posterirmente a alfandega).
No final de semana passado resolvemos conhecer o Shopping e me deparei com esse ateliê, amei a proposta porque foge do que normalmente vemos em ceramica, é um trabalho mais divertido, mais extrovetido e eu gosto disso (dos modelos mais tradicionais também, mas assim é mais minha cara).
Uma pena ela não ter deixado eu fotografar outras peças e coisas lindas que tinha lá, então terei que me restringir a postar a minha aquisição (claro que eu comprei alguma coisa ne??)
POr isso a dúvida entre postar ou não.
Eu acho meio bobagem isso, eu entendo que é o trabalho dela e que existem pessoas inescrupulosas, mas se eu quisesse "roubar" a ideia dela ou os desenho dela, eu não pediria autorização, provavelmente não compraria uma peça e tiraria uma foto de longe como se quisesse fotografar outra coisa. Sem contar que nada diosso impede quem quer fazer uso impróprio do material alheio, ela ainda disse: você pode fotografar as suas (claro ne??)
Mas tudo bem, eu só queria divulgar (muito ou pouco) o trabalho dela porque achei muito bonito, como já disse entendo os motivos dela, apesar de não concordar e também não fiquei chateada não, mas como tagarela que sou não poderia deixar de comentar o acontecido e minha opinião a respeito da mesma... rs
Ah! Ela não tem só ceramica lá não, tem caixinhas e outras coisinhas, e uma composição de ambiente muito legal.... Pena não ter como mostrar ne????






Beijos e boa semana para todas, não sei quando volto por aqui, amanha me parece que o dia vai ser hiper corrido e vai começar beeeem cedo!!!

Evinha
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